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Moraes cria o “serviço secreto” do TSE para atuar nas eleições

Grupo será composto pelo ministro e mais seis pessoas

Monique Mello - 01/09/2022 17h21 | atualizado em 01/09/2022 19h59

Alexandre de Moraes, presidente do TSE Foto: Alejandro Zambrana/Secom/TSE

O ministro Alexandre de Moraes, presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), criou o Núcleo de Inteligência da Corte a fim de “coletar dados e processar informações de interesse da segurança pública durante o período eleitoral de 2022”. O grupo formado por sete pessoas será uma espécie de “serviço secreto” do TSE.

O núcleo vai agir, mediante dados coletados, adotando medidas para “refrear ações que possam ameaçar a normalidade do pleito”. Moraes assinou a portaria nesta terça-feira (30), e a publicação se deu nesta quinta (1º). A iniciativa surgiu durante a reunião entre o TSE e o Conselho Nacional de Comandantes Gerais das Polícias Militares (CNCG), no último dia 24 de agosto.

O grupo é composto por Moraes, três representantes do TSE e comandantes das polícias militares de Minas Gerais, Bahia e Distrito Federal.

De acordo com o 3º artigo da portaria da Corte Eleitoral, o novo órgão irá produzir relatórios e terá sua forma de atuação “definida por seu presidente”, Alexandre de Moraes. Papel semelhante já foi exercido em eleições passadas pela já existente Agência Brasileira de Inteligência (Abin), em parceria com o TSE.

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