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Pleno.News - 13/08/2025 14h12

Ministro da Educação, Camilo Santana
Ministro da Educação, Camilo Santana Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/ Agência Brasil

Nesta quarta-feira (13), o minsitro da Educação, Camilo Santana, defendeu que o Congresso Nacional regulamente o funcionamento das redes sociais no Brasil. A posição do ministo ocorre após denúncia feita pelo do youtuber e humorista Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, sobre adultização de crianças e adolescentes.

– É preciso ter uma regulamentação clara, forte no Brasil em relação à responsabilização dessas plataformas [digitais] que estimulam, não só a pedofilia, mas também o estímulo à violência, ao uso de armas, ao crime, às ações antidemocráticas – disse em entrevista ao programa Bom dia, Ministro, produzido pelo Canal Gov, da Empresa Brasil de Comunicação (EBC).

Camilo disse também que “é fundamental que o Congresso Nacional se debruce sobre isso, que é um tema que vem sendo discutido fortemente já há um bom tempo, mas que a gente possa dar esse passo importante para proteger as nossas crianças e adolescentes neste país”.

OPORTUNISMO?
Um dia antes do apoio do ministro Camilo Santana ao projeto que prevê a regulamentação das redes sociais, após repercussão de vídeo de Felca, a senadora Damares Alves (Republicanos-DF) criticou a iniciativa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) em querer regular as redes sociais.

A senadora chamou a iniciativa de oportunista e pôs em dúvida se a intenção do governo é de fato proteger as crianças, ou implementar projeto de perpetuação no poder por meio da censura a adversários políticos.

– Não venham agora posar de defensores da infância vocês que há anos fecharam os olhos para a erotização de crianças. Não venham vocês posarem de bonitos. Vocês que enviaram dinheiro para programas culturais que promovem a erotização de crianças. Não venham posar de defensores da infância para, em nome disso, regulamentar as redes sociais – criticou nesta terça-feira (12).

A parlamentar brasiliense afirmou, ainda, que historicamente a esquerda trata o tema como pauta religiosa.

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