Mauro Cid confirmou que Filipe Martins não viajou para os EUA
Ex-ajudante de ordens foi ouvido como testemunha no STF
Pleno.News - 14/07/2025 17h41 | atualizado em 14/07/2025 18h48

Nesta segunda-feira (14), o ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro (PL), Mauro Cid, foi ouvido como testemunha de Filipe Martins no Supremo Tribunal Federal (STF) que está avaliando a defesa dos investigados do núcleo 2; em trabalhos que avaliam uma suposta tentativa de golpe de Estado.
O advogado Jeffrey Chiquini, que defende Martins, declarou na rede social X que Cid deixou claro que seu cliente não viajou para os Estados Unidos no final de 2022. Essa suspeita gerou a motivação para a prisão do ex-assessor de Bolsonaro.
– Perguntei ao Mauro Cid se Filipe Martins viajou para os EUA no final de 2022. Cid respondeu, de forma segura e incisiva, que NÃO. Disse ainda que o nome de Filipe não constava na listagem definitiva e que a lista que deu causa à sua prisão era provisória e não oficial. Ou seja, Filipe Martins foi preso injustamente! – escreveu Chiquini.
Ainda segundo o advogado, o depoimento de Mauro Cid esclareceu pontos importantes para a defesa de Filipe Martins. Entre eles, que a chamada “minuta do golpe” não consta nos autos do processo, que não possui nenhuma prova contra ele, nunca teve acesso ao conteúdo da minuta atribuída a Martins e que ele não tem relação com os documentos encontrados na casa de Anderson Torres nem em seu próprio celular.
Mauro Cid teria também declarou que a suposta minuta não trazia ordens, nunca foi assinada e que o comandante do Exército Freire Gomes, o ex-comandante da Marinha Almir Garnier, o ex-ministro da Defesa Paulo Sérgio e o ex-presidente Jair Bolsonaro mentiram ao afirmar que Filipe Martins jamais participou de reuniões com os comandantes.

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