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Malta compara Clezão a Herzog: “Brasil já vive uma ditadura”

O senador se encontrou com o relator especial de órgão da OEA

Leiliane Lopes - 11/02/2025 21h39 | atualizado em 12/02/2025 11h48

Magno Malta e Pedro Vaca Villarreal Foto: YouTube Magno Malta

O senador Magno Malta (PL-ES) participou nesta terça-feira (11) de uma reunião com Pedro Vaca Villarreal, relator especial para a liberdade de expressão da Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH), órgão ligado à Organização dos Estados Americanos (OEA), em Brasília (DF).

Durante o encontro, o parlamentar fez duras críticas ao Supremo Tribunal Federal (STF) e comparou a morte de Clériston Pereira da Cunha, o Clezão, à de Vladimir Herzog durante a ditadura militar.

– A esquerda do Brasil que vocês conhecem fala que o Herzog desapareceu nos porões da ditadura. Esse cidadão aqui também desapareceu nos porões e o sangue dele está na mão do Supremo Tribunal Federal, de Alexandre de Moraes – declarou Malta, mostrando fotos de Clezão deixando o prédio do Senado, no dia 8 de janeiro, em uma maca.

O senador também criticou a condenação de uma mulher que pichou “perdeu, mané” com batom em uma estátua da Justiça.

– Escreveu com o batom aqui nessa estátua “perdeu, mané”. Ela eternizou uma frase dele [ministro Luís Roberto Barroso]. Sabe quantos anos ela tomou, doutor? 17 anos de cadeia? 17 anos.

Outro ponto levantado pelo parlamentar – que esteve muitas vezes visitando os presos do 8 de janeiro – é que os manifestantes que foram filmados recebendo água do general G. Dias, então chefe do GSI, não foram presos.

Malta terminou sua fala dizendo que o Brasil já vive uma ditadura.

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