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Lulinha viajou para Lisboa com o Careca do INSS de primeira classe

Informação consta em documento obtido pela Polícia Federal

Pleno.News - 16/12/2025 21h34 | atualizado em 17/12/2025 13h51

Careca do INSS e Lulinha Fotos: Carlos Moura/Agência Senado // Juca Varella/Estadão

Documentos obtidos pela Polícia Federal (PF) mostram que Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, viajou de primeira classe para Portugal ao lado do empresário Antônio Carlos Camilo Antunes, conhecido como Careca do INSS, em 8 de novembro do ano passado, em voo que partiu de Guarulhos (SP) para Lisboa.

Os registros analisados pela PF indicam que ambos estavam na primeira classe do voo JJ–8148, da Latam. As informações incluem os assentos ocupados pelos passageiros, o que confirma que os dois estavam no mesmo voo.

Segundo o Metrópoles, a viagem foi citada em depoimento do ex-funcionário do empresário, Edson Claro. Segundo ele, o deslocamento à Europa teria sido pago pelo Careca do INSS. A lista de passageiros do voo reforça o relato apresentado à PF.

No início do mês, parlamentares da base governista na CPMI do INSS barraram um pedido para que a Latam enviasse a lista de passageiros do voo. A Polícia Federal, no entanto, obteve a documentação por outros meios.

Edson Claro afirmou ainda que essa não teria sido a única viagem feita por Lulinha com o empresário. Em depoimento, ele disse que o filho do presidente recebia repasses mensais e mencionou um pagamento de alto valor feito pelo investigado.

Em meio às apurações, Lulinha mudou-se para Madri, na Espanha. Pessoas próximas ao filho do presidente afirmaram que ele pretende retornar ao Brasil no fim do ano e avalia acionar a Justiça contra associações feitas entre seu nome e o caso. Segundo esses interlocutores, estar no mesmo voo não comprova que os dois viajaram juntos.

A decisão levantou questionamentos de parlamentares da oposição, que avaliam se a saída ocorreu antes do avanço das investigações no Congresso.

Nesta segunda-feira (15), o diretor-geral da Polícia Federal, Andrei Rodrigues, afirmou que não comentaria o caso por estar sob sigilo.

– Infelizmente surgiu essa possibilidade – disse, ao ser questionado por jornalistas.

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