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Lula deve finalizar sua composição para a Esplanada até a próxima terça-feira

Marcos Melo - 25/12/2022 11h33 | atualizado em 27/12/2022 10h35

Bolsonaro e Lula Foto: EFE/Sebastiao Moreira

O presidente Jair Bolsonaro (PL) celebrou a noite de Natal na capital do país. Já o presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), passou com a família em São Paulo (SP). Nesta segunda-feira (26), Lula retoma os trabalhos finais de configuração de seu governo em Brasília.

Afastado dos holofotes e com raras aparições, Bolsonaro surpreendeu e fez seu tradicional passeio de moto e falou com apoiadores na entrada do Palácio da Alvorada. Ele tem até o último dia deste ano para deixar, definitivamente, a residência oficial.

Preocupado com cada detalhe, Lula provou e aprovou o terno que usará no dia da posse e fez uma sessão de fotos com seu fiel escudeiro dos registros, o fotógrafo Ricardo Stuckert.

Lula deve finalizar sua composição para a Esplanada até a próxima terça-feira (27), mas ainda precisa definir algumas pastas que estão submersas no “toma lá, dá cá” com partidos aliados.

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), avaliou negativamente a decisão do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) de aumentar o número de ministérios de 23 para 37. De acordo com ele, as novas pastas custarão ao contribuinte R$ 2 bilhões a mais durante os quatro anos de mandato.

– Estamos falando de 14 novos ministérios: o valor total pode chegar a meio bilhão de reais ao ano. Dois bilhões de reais em quatro anos, com todo o custo pago por você. E tudo isso sem garantia de entrega, somente de despesa – criticou.

Para Ciro Nogueira, trata-se de “gastar mais para entregar menos”. Ele também refutou as declarações do PT de que o aumento das pastas não gerará novos gastos.

– O PT, com sua contabilidade criativa de sempre, diz que 14 novos ministérios não vão criar novos gastos. Mas basta uma breve conta para ver que na prática a história é outra – observou.

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