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Lula critica tarifaço de Trump: “Turbulência desnecessária”

Petista esteve na inauguração de uma fábrica de carros chinesa no interior de São Paulo

Pleno.News - 15/08/2025 20h07 | atualizado em 19/08/2025 18h20

Lula na inauguração da fábrica GWM Foto: Ricardo Stuckert / PR

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) disse, nesta sexta-feira (15), que o mundo vive uma “turbulência desnecessária” com as tarifas impostas pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump.

– Eu não posso admitir que um presidente de um país do tamanho dos Estados Unidos possa contar a quantidade de inverdades que ele tem contado sobre o Brasil. O Brasil não é um país rico. O Brasil não tem o PIB que tem os americanos, o Brasil não tem o PIB da China. Mas nós temos um povo que merece respeito – declarou.

As falas foram feitas em cerimônia de inauguração da fábrica da chinesa GWM (Great Wall Motor), em Iracemápolis (SP). De acordo com o Palácio do Planalto, a fábrica vai gerar mil novos postos de trabalho no Brasil até o fim do ano.

Lula ainda exaltou a capacidade de negociação do Brasil.

– O Brasil gosta de negociar. Se tem uma coisa que o Brasil está fazendo é negociar – disse.

Ele elogiou o vice-presidente Geraldo Alckmin (PSB), ministro da Indústria, Desenvolvimento e Comércio, que está à frente das tentativas de diálogo com os EUA, destacando que seu vice “foi governador de São Paulo por 16 anos, sabe negociar e respeita as pessoas”.

O presidente ainda destacou dados sobre a relação comercial entre Brasil e China.

– É importante que as pessoas saibam que o comércio do Brasil com a China hoje é simplesmente o de 160 bilhões de dólares contra 80 bilhões de dólares do comércio nosso com os Estados Unidos. É importante que vocês saibam porque nós criamos os Brics. É porque nós estávamos cansados de sermos tratados como países do terceiro mundo – afirmou.

Lula repetiu que, no Brasil, é preciso ter estabilidade política para garantir a estabilidade econômica.

– A primeira coisa que a gente tinha que oferecer a quem a gente quisesse convencer a vir ao Brasil era uma coisa simples, chamada estabilidade política – afirmou.

*AE

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