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Justiça de MG inocenta sobrinho de Dilma em ação de Nikolas

Deputado federal acusava o petista de ameaça e incitação ao crime

Henrique Gimenes - 12/05/2026 18h28 | atualizado em 12/05/2026 18h40

Nikolas Ferreira e Pedro Rousseff Fotos: Ricardo Stuckert | Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

A Justiça de Minas Gerais (MG) decidiu rejeitar uma ação movida pelo deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) contra Pedro Rousseff (PT), vereador de Belo Horizonte e sobrinho da ex-presidente Dilma Rousseff (PT). No processo, Nikolas acusava o petista de ameaça e incitação ao crime.

O episódio ocorreu no final de 2024, quando Pedro Rousseff falou sobre sua postura política e fez uma referência ao episódio ocorrido nas eleições em São Paulo, quando o então candidato à prefeitura da capital Paulo José Luiz Datena (PSDB) agrediu o adversário Pablo Marçal (PRTB).

– Gritaria e briga, de jeito nenhum. Mas, se precisar dar umas cadeiradas, com certeza, porque eles só aprendem assim. Só quando aparece alguém firme e corajoso contra eles é que mudam. O Pablo Marçal só parou de crescer quando levou uma cadeirada na cabeça para mostrar que não é tão homem assim. O mesmo vale para Nikolas e os fantoches dele – disse o petista.

Apesar desta decisão, o vereador de Belo Horizoente se tornou réu na Justiça em outro processo movido por Nikolas. A ação foi motivada por declarações atribuídas ao denunciado, nas quais ele teria acusado o parlamentar, sem provas, de destinar emendas de forma irregular ao município de Nova Serrana.

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