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José Dirceu defende posição da Rússia na guerra com a Ucrânia

Ex-ministro do governo Lula afirmou que a guerra "se tornou imperativa" para os russos

Paulo Moura - 19/03/2022 09h12 | atualizado em 19/03/2022 09h16

José Dirceu Foto: Agência Brasil/Marcelo Camargo

Ex-ministro da Casa Civil no governo Lula, José Dirceu (PT) defendeu o posicionamento da Rússia na guerra contra a Ucrânia, que chega ao 24° dia neste sábado (19). Durante a comemoração de seu aniversário em um restaurante de Brasília, o petista afirmou que “a guerra se tornou imperativa” para os russos.

– A guerra se tornou imperativa para a Rússia, porque ela foi cercada pela Otan e pelos Estados Unidos. Essa equivocada política de tornar uma Ucrânia neutra, desmilitarizada, com boas relações com a Rússia, uma Ucrânia militarizada, da Otan, com armas e mísseis, o que para a Rússia significa uma declaração de guerra – disse.

O petista ainda afirmou que os Estados Unidos “também iniciaram uma escalada contra a China” e acusou os norte-americanos de não admitirem “um redesenho do mundo”. Em relação à posição do Brasil no conflito, Dirceu afirmou que país deve adotar uma postura de não-intervenção e em “busca de solucionar o conflitos por meios pacíficos”.

Durante a cerimônia, Dirceu comentou ainda sobre a possível aliança entre Geraldo Alckmin, que se filiou ao PSB, e o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), e disse que não participará de eventual governo do petista. Segundo o ex-ministro da Casa Civil do governo Lula, agora ele atuará apenas como um militante.

– Eu não vou participar do governo, como não participo da direção do PT e nem da campanha. Eu como cidadão, militante político, vou colocar meu grão de areia tanto na campanha como no apoio ao governo – completou.

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