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J. Wyllys: “Se quisesse atentar contra a vida não usaria faca”

Em entrevista à Época, ex-parlamentar acusou Bolsonaro de ser ligado à milícia

Rafael Ramos - 24/03/2019 11h46 | atualizado em 24/03/2019 12h23

Jean Wyllys acusou Bolsonaro de ter ligação com a milícia Foto: EFE/Paulo Novais

Em entrevista à revista Época, deste domingo (24), o ex-deputado Jean Wyllys respondeu às tentativas de associá-lo ao atentado contra o presidente Jair Bolsonaro durante a campanha eleitoral. Além de negar as insinuações, Wyllys acusou Bolsonaro de ter ligações com a milícia.

– Uma pessoa com dois neurônios, que faça uma sinapse, sabe que eu jamais poderia ser mandante de um crime, pois não sou assassino, criminoso, nem ligado à milícia. Se alguém quisesse de fato atentar contra a vida dele, usaria uma arma de fogo, um fuzil a longa distância e não uma faca de pão no meio de uma multidão.

Cumprindo o seu exílio pela Europa, o ex-filiado do PSOL também falou sobre a atitude da embaixadora do Brasil na ONU. Maria Nazareth Farani se retirou durante o discurso de Jean em uma reunião da ONU, em Genebra, na Suíça, e disse que ele é a vergonha do Brasil.

– Bolsonaro tinha dito duas semanas antes, que tiraria do posto todos os embaixadores que não defendessem a imagem dele. Ela surtou em um nível que ninguém imaginava. Levantou, dizia em voz em alta que eu era uma vergonha, mas para desespero dela a plateia levantou e começou a me aplaudir de pé, enquanto ela saia.

 

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