Janja diz que nova ministra “vai renovar esperança na união”
Macaé Evaristo vai assumir a pasta dos Direitos Humanos
Pleno.News - 10/09/2024 16h05 | atualizado em 10/09/2024 16h34

A primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja, publicou, nesta terça-feira (10) no seu perfil no Instagram, uma foto com a nova ministra dos Direitos Humanos, Macaé Evaristo, e disse que o sorriso da nova chefe da pasta vai “renovar nossa esperança na união e reconstrução pelos direitos humanos no Brasil”.
A ministra comentou a publicação, agradeceu a mensagem da primeira-dama e disse ser uma alegria estar ao lado de Janja.
O nome da petista foi anunciado nesta segunda (9), pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), após a demissão do advogado Silvio Almeida, na última semana, por acusações de assédio sexual.
Macaé Evaristo também fez uma publicação na rede social sobre sua indicação à pasta. Ao compartilhar a postagem de Lula sobre a nomeação dela, disse ser uma honra assumir o Ministério dos Diretos Humanos.
– Nosso país tem grandes desafios e esse é um chamado de muita responsabilidade. Temos muito trabalho pela frente e sigo esperançosa, com o compromisso de uma vida na luta por direitos – escreveu.
Em um comentário na publicação, Mariana Evaristo, filha de Macaé, disse que Minas Gerais e o Brasil ganham com a indicação.

RÉ POR SUPERFATURAMENTO
No entanto, a nova ministra é ré por suposto superfaturamento na aquisição de kits de uniformes escolares durante sua gestão como secretária de Educação em Belo Horizonte e, posteriormente, como secretária de Educação em Minas Gerais.
Macaé afirmou ao Estadão que contestou judicialmente as alegações e enfatizou sua tranquilidade e seu “compromisso com a transparência e a gestão adequada dos recursos públicos”.
Ela destacou que o processo licitatório foi conduzido por uma comissão independente de sua secretaria e teve a validação da Procuradoria do município.
O caso aconteceu na gestão do ex-prefeito Márcio Lacerda, então no PSB. Em 2011, a Secretaria de Educação de Belo Horizonte fez uma licitação para comprar cerca de 190 mil kits de uniformes escolares. No entanto, o Ministério Público de Minas Gerais encontrou dois problemas: a proibição de que a empresa vencedora participasse de licitações, e o superfaturamento dos itens licitados.
*Com informações AE
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