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“Jamais passaria a faixa a um ladrão”, diz Bolsonaro em ato

Ex-presidente falou sobre ida aos Estados Unidos nos últimos dias de seu governo

Paulo Moura - 30/06/2025 10h59 | atualizado em 30/06/2025 11h50

Bolsonaro durante ato em São Paulo Foto: EFE/ Sebastiao Moreira

O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) disse, neste domingo (29), durante manifestação na Avenida Paulista, em São Paulo, que “jamais passaria a faixa para um ladrão”, em referência ao fato de ter viajado para os Estados Unidos no fim do ano de 2022 e não ter participado da posse de Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

– No dia 30 [de dezembro de 2022], algo me fez sair do Brasil. Não era apenas para não passar a faixa. Jamais eu passaria a faixa para um ladrão – declarou.

No discurso, Bolsonaro se defendeu da acusação de tentativa de golpe de Estado, que o coloca atualmente no centro de uma ação penal no Supremo Tribunal Federal (STF). O líder conservador argumentou que não há nenhuma prova concreta contra ele e citou os escândalos que envolveram o atual presidente.

– Me processam, mas não processam por corrupção, por desviar dinheiro da Petrobras, por assaltar o fundo de pensão do Banco do Brasil ou dos Correios. Não me processam por achar dinheiro em apartamento meu. Ou ter um sítio em algum lugar, ou um apartamento na beira da praia – disse.

Ao longo da fala, Bolsonaro reforçou que a transição de governo ocorreu de forma pacífica, sob responsabilidade do então vice eleito, Geraldo Alckmin.

– Fizemos transição pacífica elogiada por Geraldo Alckmin, que foi responsável por receber isso do nosso lado (…). Nomeamos dois comandantes de Forças a pedido desse cara que está no governo agora. Quem quer dar golpe nomeia comandantes a pedido do governo opositor? – indagou.

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