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Jair Bolsonaro: “PT, PCdoB e PSOL só querem bagunçar”

Em entrevista à Jovem Pan, presidente falou sobre a demissão de Ricardo Vélez, a ida de Paulo Guedes à Câmara e sobre Carlos Bolsonaro

Henrique Gimenes - 08/04/2019 20h02 | atualizado em 09/04/2019 10h06

Presidente Jair Bolsonaro é entrevistado por Augusto Nunes Foto: Marcos Corrêa/PR

Nesta segunda-feira (8), o presidente Jair Bolsonaro deu uma entrevista à Rádio Jovem Pan. Entre os assuntos dos quais falou, está a demissão de Ricardo Vélez do Ministério da Educação (MEC), a ida do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados e sobre seu uso do Twitter.

Sobre o MEC, o presidente deixou claro que o problema que decidiu fazê-lo trocar o titular foi de gestão. Ele considera Ricado Vélez “amável e competente”, mas deixou claro que não era mais possível deixar a pasta sangrando.

– A questão da gestão. O ministro não tinha essa expertise, aí foi acumulando uma série de problemas e, lamentavelmente, chegamos à situação em que tivemos que substituir nosso querido Vélez. É uma pessoa simpática, amável e competente, mas na questão da gestão deixou a desejar. Não podemos continuar sangrando um ministério que é importantíssimo. Eu até disse no começo do mandato sobre a educação. Se buscarmos um ponto de inflexão da educação em 4 anos, já será uma grande vitória nossa, dado o aparelhamento que existe nas instituições – explicou.

Bolsonaro também falou sobre a ida do ministro da Economia, Paulo Guedes, à Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O presidente considera que a oposição não quer propor nada, apenas “bagunçar”. Para ele, não é fácil lidar “com um partido que torce para o quanto pior, melhor”.

– Eu vejo como positivo o que aconteceu, apesar do massacre em cima do Paulo Guedes. Mostrou para todos que esse pessoal, PT, PCdoB e PSOL, não quer resolver nada, quer bagunçar. A ponto de ofender o ministro com tchutchuca. O ministro saiu muito bem, no meu entender. E digo mais, esse pessoal, PT e PSOL, está torcendo para a reforma ser aprovada sem os votos deles, porque os estados também estão quebrados – apontou.

O presidente também comentou críticas de que passa muito tempo nas redes sociais. Ele disse que gasta pouco tempo do seu dia nessa parte e que tem ajuda de seu filho, o vereador do Rio de Janeiro, Carlos Bolsonaro.

– O Twitter, Facebook e Instagram não me tomam mais de 30 minutos por dia. Quem me ajuda mesmo na coordenação é o Carlos Bolsonaro. Por isso muita gente quer afastá-lo de mim. “O Pitbull está atrapalhando”. Atrapalhando o quê? Em nada. Eu acho até que deveria ter um cargo de ministro. Ele que me botou aqui. Foi a mídia dele que me botou aqui. E ele não está pleiteando um cargo de ministro. Poderia botá-lo, mas não está pleiteando.

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