Jair Bolsonaro pediu para tomar antidepressivo, diz médico
Ex-presidente está internado em Brasília
Pleno.News - 31/12/2025 16h41 | atualizado em 02/01/2026 16h52

Os médicos do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), Brasil Caiado e Cláudio Birolini, afirmaram nesta quarta-feira (31), que a alta dele está mantida para esta quinta-feira (1º). Segundo eles, o político apresentou melhora com os procedimentos cirúrgicos e teve um controle maior nas crises de soluços, mesmo que estas não tenham cessado.
– Essa internação foi solicitada para que ele fizesse a cirurgia das hérnias e recebesse alta numa condição de segurança. Então, amanhã ele completa sete dias dessa cirurgia e está correndo tudo bem do ponto de vista de pós-operatório, então a gente tá mantendo essa previsão de alta pra amanhã – afirmou Birolini a jornalistas na porta do Hospital DF Star, em Brasília.
A equipe médica disse que passará na quinta-feira pela manhã para uma visita de rotina e que a alta de Bolsonaro já está agendada. Isso só mudaria em caso de alguma nova intercorrência. O horário da remoção do ex-presidente, entretanto, dependerá da Justiça.
Birolini e Caiado disseram também que os soluços do ex-presidente não cessaram mesmo com procedimento para bloquear o nervo frênico. A hipótese é que os espasmos são causados pelo sistema nervoso e serão tratados com remédios.
Os médicos declararam que o humor de Bolsonaro piora muito durante as crises de soluços e que ele mesmo pediu para fazer uso de antidepressivos.
– O próprio presidente pediu para fazer uso de algum medicamento antidepressivo. Então, foi introduzido, e esse tratamento, a gente espera que passe a fazer algum efeito em alguns dias – disse Birolini.
Eles afirmaram ainda que Bolsonaro requer cuidados, porque tem apneia do sono e precisar usar uma máscara especial para dormir melhor, o que pode aumentar risco de quedas. Segundo eles, ele tem estado mais comprometido com uma rotina de autocuidado para evitar novas crises de soluços e de refluxo.
Os médicos afirmaram a todo o tempo que fazem recomendações para cuidados constantes com o ex-presidente e seu quadro, mas que como isso será efetuado depende da Justiça.
*AE
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