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Jair Bolsonaro defende reforma trabalhista que PT quer revogar

Presidente disse que a medida "não tirou direito de nenhum trabalhador"

Thamirys Andrade - 17/01/2022 14h36 | atualizado em 17/01/2022 15h19

Presidente Jair Bolsonaro Foto: PR/José Dias

Em entrevista nesta segunda-feira (17), o presidente Jair Bolsonaro (PL) defendeu a reforma trabalhista feita pelo governo Michel Temer (MBD). As declarações do chefe do Executivo ocorrem após o Partido dos Trabalhadores (PT) sinalizar que revogará a medida e também o teto de gastos, caso o ex-presidente Lula (PT) saia vitorioso nas eleições deste ano.

– O governo Temer fez uma pequena reforma trabalhista. Não tirou direito de nenhum trabalhador. Mente quem fala que a reforma trabalhista do Temer retirou direito de trabalhador, até porque os direitos estão lá, no art. 7º da nossa Constituição, não podem ser alterados, porque estão nas cláusulas pétreas. Essa reforma foi uma flexibilização. Deu um impulso no governo Temer. Tanto é que tivemos já um saldo positivo no governo Temer – declarou o chefe do Executivo, em entrevista à Rádio Viva FM.

A reforma foi aprovada em novembro de 2017 e buscou flexibilizar a Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) para promover mais segurança e atratividade para as empresas contratarem.

Recentemente, o ex-presidente Lula elogiou a revogação de mudanças similares ocorridas na Espanha, e a presidente nacional do PT defendeu que o Brasil siga o mesmo caminho. Para ela, as medidas “não criaram empregos, só precarizam os direitos” trabalhistas.

Durante a entrevista, o presidente Bolsonaro avaliou ainda que o seu primeiro ano de governo teve um “bom saldo” na geração de empregos, mas o avanço foi prejudicado pela pandemia.

– Nós chegamos em 2019 e também tivemos um bom saldo no final do ano. Lamentavelmente, em 2020, veio a pandemia, fecha tudo, aquele terror. E nós terminamos o ano no zero a zero. Agora, terminamos zero a zero porque, em 2019, fizemos muita coisa, como, por exemplo, a Lei da Liberdade Econômica. Durante a pandemia, nós criamos programas que ajudaram na negociação de patrões com empregados, contra a demissão, onde o governo pagava uma parte dos salários dos trabalhadores – lembrou.

Bolsonaro afirmou ainda esperar que a inflação baixe em 2022, graças a medidas de “desburocratização” e a novos programas promovidos em sua gestão.

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