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Em conversa com o Pleno.News, deputado criticou políticos que pedem vacinação compulsória para a população

Paulo Moura - 27/11/2020 13h15 | atualizado em 27/11/2020 13h18

Anderson Moraes foi eleito com 40 mil votos Foto: Alerj/Thiago Lontra

Eleito em 2018 como deputado estadual pelo Rio de Janeiro com 40.540 votos, o parlamentar conservador Anderson Moraes se tornou um dos principais expoentes do presidente Jair Bolsonaro na Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) na legislatura que está prestes a completar seu segundo ano.

Na Casa, Moraes tem levantado as bandeiras do conservadorismo como a defesa da família, o reforço da segurança pública e a liberdade econômica. Nas últimas semanas, o deputado também tem se engajado em lutar contra a obrigatoriedade da aplicação da vacina contra a Covid-19 em território fluminense.

Moraes tem levantado as bandeiras do conservadorismo como a defesa da família, o reforço da segurança pública e a liberdade econômica

Aproveitando as diversas discussões levantadas a respeito da vacinação compulsória, o Pleno.News convidou o parlamentar para uma conversa, onde ele falou desse e de outros assuntos relacionados à sua atuação política. Confira.

Deputado, em 2018 nós tivemos uma chamada “onda conservadora”, com diversos parlamentares eleitos tanto em âmbito estadual, quanto federal. Neste ano, qual é a sua avaliação sobre essa “onda”? Acredita que ela se repetiu? Cresceu?
A onda se consolidou diante do sucesso do Governo Bolsonaro. Porém devido as traições sofridas por alguns eleitos pelo Presidente, não adianta mais ir para as ruas dizendo que é Bolsonaro e não ter atitudes Bolsonaristas.

Ainda nesse assunto, o senhor acredita que os deputados e senadores conservadores conseguiram ter grande impacto nos legislativos estaduais e no federal quanto ao avanço de pautas de interesse dessa parcela da sociedade?
Com certeza! Um exemplo é a ALERJ, que nos últimos dois anos avançou e muito em temas como Segurança Pública, Defesa da Família e Liberdade Econômica. Na legislatura anterior a prioridade eram as pautas de esquerda.

Não adianta mais ir para as ruas dizendo que é Bolsonaro e não ter atitudes Bolsonaristas

Falando agora sobre o inquérito das Fake News que tramita no STF e que chegou a incluir o seu nome. O que o senhor tem a dizer sobre tal ação? Acredita que exista alguma motivação para que tenha sido incluído nela?
Por orientação do nosso advogado, não vou comentar.

Sobre a pandemia de coronavírus. Nas últimas semanas o senhor protocolou projetos de lei para impedir que os cidadãos fluminenses sejam obrigados a se imunizar. Por que acredita que essa seja a melhor opção?
Estamos defendendo a liberdade de escolha da população. O povo vai adoecer com tanto pânico criado com esse tema. Se a vacina estiver certificada pela ANVISA e com validação do Ministério da Saúde, a adesão será de forma espontânea.

Um dos projetos de lei de sua autoria, o 3240/2020, recebeu parecer pela ilegalidade na CCJ. Acredita que exista um trabalho do Legislativo fluminense em prol da obrigação de vacinação?
Nada disso, a casa é democrática, prevalecerá sempre a maioria.

Estou focado na fiscalização e recuperação do Estado do Rio de Janeiro

Nacionalmente, por que acredita que alguns políticos como João Doria, por exemplo, defendem com afinco que as pessoas sejam obrigadas a tomar a vacina?
São uns irresponsáveis, pois obrigaram a população a fazer várias coisas sem comprovação científica. Não estão pensando na saúde mental das pessoas, querem criar pânico e caos. Estes danos serão irreparáveis! Sem contar com a miséria e a fome que estão fomentando nos Estados…

Falando sobre o futuro, o senhor já tem algum plano para as eleições de 2022? Uma futura candidatura para a Câmara dos Deputados, por exemplo?
Estou focado na fiscalização e recuperação do Estado do Rio de Janeiro. Uma possível reeleição seria consequência de um bom trabalho.

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