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Legenda presidida por Luciano Bivar recuou no apoio a Rodrigo Garcia após PSDB declarar apoio a Simone Tebet

Thamirys Andrade - 15/06/2022 11h13 | atualizado em 15/06/2022 12h13

Fernando Haddad Foto: Lula Marques/Agência PT

Fernando Haddad, pré-candidato do Partido dos Trabalhadores (PT) ao governo de São Paulo, indicou ter interesse em uma parceria com o União Brasil, partido de Sergio Moro, formado da fusão entre o DEM e o PSL. O aceno ocorre após a legenda dar indicativos de que vai retirar o apoio ao atual governador paulista, Rodrigo Garcia (PSDB), um dos rivais de Haddad nas urnas este ano.

– Estou acompanhando os movimentos dos partidos políticos no Brasil inteiro como me cabe acompanhar. Achei interessante o apoio da União Brasil ao Kalil em Minas. Vamos ver como as coisas se reorganizam – declarou Haddad, segundo informações da Folha de S.Paulo.

Na ocasião, ele contou ter “amigos de longa data” no partido, e que tem conversado com dirigentes da sigla em São Paulo.

O recuo do União Brasil no apoio a Garcia é uma resposta à decisão dos tucanos de declararem suporte à candidatura da senadora Simone Tebet (MDB) ao Palácio do Planalto.

– Nós não saímos do PSDB. Foi o PSDB quem saiu de nós. O apoio do União Brasil tem de passar pela defesa do estado democrático e o apoio à adoção de um imposto único no país – declarou Luciano Bivar, dirigente do União Brasil, em entrevista à CNN nesta segunda-feira (13).

Derrotado pelo presidente Jair Bolsonaro nas eleições de 2018, Haddad diz estar hoje convicto da importância da preparação para o segundo turno.

– Sempre começo pelo segundo turno, porque o Brasil está sofrendo o que está sofrendo porque não houve tempo hábil para fazer negociações necessárias para fazer um segundo turno adequado em 2018. O primeiro turno pode reservar boas surpresas. Mas o mais importante é ter a certeza que se houver um segundo turno, todas as forças democráticas estarão no mesmo lado – assinalou.

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