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Guedes: ‘Rodrigo Pacheco sabe que estamos no caminho certo’

Ministro voltou a cobrar do Senado a aprovação de medidas importantes para a economia

Pleno.News - 24/10/2021 17h07 | atualizado em 25/10/2021 10h59

Rodrigo Pacheco e Paulo Guedes Foto: Agência Senado/Marcos Brandão

O ministro da Economia, Paulo Guedes, neste domingo (24), voltou a cobrar do Senado a aprovação de medidas importantes para a economia, entre elas a reforma do imposto de renda, já aprovada pela Câmara, mas que aguarda votação da outra Casa. Segundo Guedes, quando a reforma do Imposto de Renda avançar, será possível ajudar os mais frágeis.

– Acreditamos na democracia brasileira, no Congresso, no Supremo (STF), que tem ajudado nas reformas. Esperamos que todos joguem dentro das quatro linhas, que a mídia procure a verdade, que o presidente do Senado avance com as reformas – disse Guedes, em entrevista nesta manhã ao lado do presidente Jair Bolsonaro, que visitou uma exposição de pássaros.

Guedes lembrou que Pacheco pode se lançar candidato a presidente da República e disse que as reformas serão importantes num futuro governo.

– Como vai ser candidato se não avançar com as reformas? Ele não pode fazer militância agora. Ele sabe que estamos no caminho certo.

O ministro ainda elogiou o presidente da Câmara, Arthur Lira, e disse que ele quer avançar e tem trabalhado pelas reformas.

Recém-desfiliado do DEM e prestes a formalizar a filiação ao PSD, o senador Rodrigo Pacheco foi aclamado como candidato a presidente da República neste sábado (23), em um encontro regional do partido no Rio de Janeiro. Apesar disso, Pacheco disse que, “no momento certo”, decidirá se será candidato em 2022.

No evento, Pacheco chegou a defender o Auxílio Brasil, mas também a responsabilidade fiscal:

– O programa social deve ser concretizado. É preciso aumentar a capacidade de compra daqueles que são beneficiados pelo Auxílio Brasil. E cabe à política e aos técnicos do Ministério da Economia encontrarem a solução para fazer esse programa social dentro da responsabilidade fiscal, que é inafastável – afirmou.

*AE

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