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Governo estuda liberar FGTS para ajudar endividados

Lula quer que a população perceba os efeitos positivos do cenário econômico

Pleno.News - 07/04/2026 16h55 | atualizado em 07/04/2026 17h16

Lula e Dario Durigan Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Nesta terça-feira (7), o ministro da Fazenda, Dario Durigan, afirmou que o governo federal estuda permitir que trabalhadores utilizem recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) para pagar dívidas. A declaração foi dada após reunião com a bancada do PT na Câmara dos Deputados.

O encontro discutiu propostas consideradas prioritárias pelo governo. Entre os temas estavam medidas para reduzir os efeitos da alta dos combustíveis e alternativas para diminuir o nível de endividamento das famílias brasileiras.

– Estamos avaliando isso [liberar o uso do FGTS para o pagamento de dívidas] com o Ministério do Trabalho, que tem uma preocupação com a higidez do fundo de garantia. Ao se fazer uma análise, se a gente achar que for razoável uma utilização para o refinanciamento de algumas dívidas, isso vai ser admitido.

Segundo o ministro, a possibilidade integra um pacote de ações ainda em discussão dentro do governo. Ele não detalhou os projetos, mas afirmou que o objetivo é fazer com que a população perceba os efeitos positivos do cenário econômico.

O presidente Lula (PT) tem afirmado que muitas famílias estão enfrentando dificuldades financeiras. De acordo com ele, parte significativa da renda mensal dos brasileiros tem sido usada para pagar dívidas.

LULA FAZ REUNIÃO PARA FALAR DE ENDIVIDADOS
Lula se reuniu com ministros da área econômica também nesta terça para discutir propostas de apoio a pessoas endividadas. O governo avalia a criação de mecanismos que facilitem a reorganização dessas dívidas.

Uma das ideias analisadas é reunir diferentes débitos em um único contrato. A nova dívida teria juros menores e desconto no valor principal, que poderia chegar a até 80% em alguns casos.

Durigan também citou que o governo analisa medidas para evitar novos ciclos de endividamento. Entre as possibilidades está a criação de limites para gastos com apostas.

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