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Google e Microsoft devem manter serviços a Moraes via STF

Empresas devem manter serviços ao ministro do STF mesmo após sanção dos Estados Unidos

Pleno.News - 31/07/2025 19h27 | atualizado em 02/08/2025 09h18

Ministro Alexandre de Moraes, do STF Foto: Antonio Augusto/STF

Na última quarta-feira (30), o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi sancionado pelo governo dos Estados Unidos com a Lei Magnitsky, que prevê, entre outras punições, congelamento de bens e contas bancárias nos EUA, cancelamento de vistos e proibição de entrada no país.

Com a medida, o magistrado também pode perder acesso a serviços de empresas de tecnologia norte-americanas, mas algumas não devem cortar totalmente o acesso de Moraes às plataformas. É o caso da Microsoft, que informou ao site Poder360 que não irá bloquear o acesso aos serviços corporativos oferecidos ao Supremo, o que, consequentemente, fará com que o ministro continue utilizando os produtos da big tech.

– Continuaremos prestando serviços ao STF e aos seus colaboradores, para que possam utilizá-los no exercício de suas funções em benefício do STF e em conformidade com a legislação – disse a empresa.

Ainda de acordo com o Poder360, além da Microsoft, outra empresa americana que deve manter os acessos de Moraes aos seus serviços é o Google. Entre os serviços oferecidos pela empresa estão o Gmail, YouTube e outros.

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