Gilmar leva quebra de sigilo de Lulinha ao plenário físico
Ministro apresentou destaque após Dino votar pela suspensão do rompimento de sigilo
Thamirys Andrade - 13/03/2026 13h20 | atualizado em 13/03/2026 15h52

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Gilmar Mendes levou ao plenário físico da Corte o julgamento sobre a suspensão da quebra de sigilo bancário e fiscal de Fábio Lula da Silva, o Lulinha, filho do presidente Lula (PT), determinada pela CPMI do INSS.
De acordo com interlocutores do decano, o magistrado considera que o caso precisa passar pela análise presencial por ser um tema de grande repercussão.
Relator, o ministro Flávio Dino já havia proferido seu voto durante o julgamento virtual desta sexta-feira (13). O caso é decorrente de um mandado de segurança apresentado pela empresária Roberta Luchsinger, amiga de Lulinha, que também teve a quebra de sigilo decretada pela CPMI.
Ao votar, Dino anulou a decisão do colegiado, suspendendo a quebra de sigilo de Roberta e estendeu os efeitos a todos os requerimentos aprovados juntos, incluindo o de Lulinha. Dino argumenta que a decisão tomada pela CPMI no último dia 4 de março foi feita em bloco e viola o devido processo constitucional.
Na sequência, Gilmar apresentou o destaque para levar o caso à sessão aberta no plenário físico. Ainda não há data para a continuidade do julgamento. Até a conclusão da votação, prevalecerá a suspensão determinada pelo relator.
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