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Fux exige “passaporte da vacina” na volta de público ao Supremo

Resolução autoriza a retomada de julgamentos e outras atividades presenciais envolvendo público externo a partir do dia 3 de novembro

Pleno.News - 26/10/2021 15h01 | atualizado em 26/10/2021 15h53

Ministro Luiz Fux, presidente do Supremo Tribunal Federal Foto: STF/Nelson Jr

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, emitiu nesta terça-feira (26) uma resolução que autoriza a retomada de julgamentos e de outras atividades presenciais envolvendo público externo na Corte a partir do dia 3 de novembro, desde que os servidores e os visitantes apresentem o comprovante de vacinação completa. O uso de máscaras permanecerá obrigatório.

O documento assinado por Fux impõe a retomada em duas fases: primeiro retornam, no dia 3, os funcionários de áreas individuais que atuam nas sessões de julgamento ou no atendimento ao público; os demais servidores, colaboradores e estagiários devem voltar a comparecer ao Supremo no dia 29 de novembro.

Aos poucos, os ministros do Supremo voltam a ocupar o plenário. Em julgamentos recentes, é comum que Fux e a vice-presidente, Rosa Weber, além de Luís Roberto Barroso e Edson Fachin, compareçam às sessões presencialmente.

O STF adotou o trabalho remoto logo nos primeiros meses da pandemia, ainda em 2020, e desde então intensificou os trabalhos remotos e digitais.

As estatísticas do Supremo indicam que, entre março e outubro deste ano, foram realizados 22.910 julgamentos no plenário virtual, ferramenta em que os ministros depositam seus votos à distância no decorrer de uma semana, ante 1.114 sessões presenciais no mesmo período.

Fux já sinalizou o interesse em migrar completamente as atividades da Corte para o ambiente digital.

O modelo de “passaporte da vacina” também foi adotado na Câmara pelo presidente Arthur Lira (PP-AL). As atividades presenciais nessa casa legislativa estão em processo de retomada efetiva desde segunda-feira (25).

A exigência de certificado de esquema vacinal completo para acessar as dependências dos órgãos públicos é alvo de críticas do presidente Jair Bolsonaro.

*AE

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