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Fora do governo, ex-ministro Sergio Moro vai advogar

Ele também pretende dar aulas, mas depende de decisão da Comissão de Ética

Rafael Ramos - 31/05/2020 15h25 | atualizado em 31/05/2020 15h26

Moro pretende voltar a advogar ou dar aulas Foto: Agência Brasil/Fernando Frazão

Mais de um mês desde que pediu demissão do cargo de ministro da Justiça e Segurança Pública (MJSP), Sergio Moro informou à Comissão de Ética da Presidência da República que pretende trabalhar como consultor e advogado de um escritório. A possibilidade é que seja o de sua esposa Rosangela Moro, que também foi dispensada de seu cargo de representante da sociedade civil do Conselho do Programa Nacional de Incentivo ao Voluntariado do governo federal.

Moro também comunicou a vontade de ar aulas e aceitar um convite para ser colunista de uma revista. Por falar em dar aulas, na última semana, o ex-juiz da Lava Jato foi desconvidado de um evento da Universidade de Buenos Aires, onde daria uma palestra sobre “o combate à corrupção, a democracia e o Estado de direito”.

Entretanto, a Comissão terá que avaliar se Moro pode exercer as novas funções. Em caso de conflito de interesses, ele será obrigado a uma quarentena de seis meses.

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