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Flávio visita Nordeste com jingle que critica esquerda e 3ª via

"A esquerda entra em desespero e o Centrão cai do cavalo", diz a música

Pleno.News - 23/03/2026 12h33 | atualizado em 23/03/2026 14h08

Flávio Bolsonaro Foto: Divulgação / Instagram / Flávio Bolsonaro

Em sua primeira passagem pela Região Nordeste como pré-candidato à Presidência da República, o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) usou um jingle dizendo que a “esquerda entra em desespero” e “o Centrão vai cair do cavalo”, pois o eleitorado não quer uma “terceira via sequelado”.

A música foi apresentada durante evento em Natal (RN) no último sábado (21), que marcou o início de sua pré-candidatura no estado e formalizou a filiação ao PL do ex-prefeito de Natal Álvaro Dias, que vai concorrer ao governo estadual.

– Agora o Brasil é Flávio. E Flávio é Bolsonaro. A esquerda entra em desespero e o Centrão cai do cavalo. Em 2026, Flávio Bolsonaro. Não queremos um terceira via sequelado. Chega de PT, não chorem, jumentada. Em 2026, são os dois lados na parada – diz a música.

Em seu discurso, Álvaro Dias mencionou que “o Rio Grande do Norte não aguenta mais atrasos”.

– Chega de ideologias que travam o nosso crescimento, estamos construindo um caminho novo, focado no que o nosso povo realmente precisa e merece – disse.

Durante o ato, Flávio usou uma camiseta estampada com a frase “Nordeste é solução”, em um aceno para a região do país em que, historicamente, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) leva a vantagem de votos nas eleições. Para criticar o adversário na disputa, Flávio mencionou em seu discurso dados de feminicídio no Brasil.

– Vocês têm o caminho da prosperidade, de quem quer deixar bandido perigoso mofando na cadeia, de quem não tolera agressor de mulher – afirmou.

O evento também contou com a presença do coordenador de campanha de Flávio, o senador Rogério Marinho (PL-RN), que publicou, em suas redes sociais, um trecho do discurso do pré-candidato ao Planalto afirmando que “essa eleição não vai ser sobre Lula ou Bolsonaro, essa eleição vai ser sobre qual caminho a gente quer escolher para o Brasil nos próximos anos”.

Flávio também criticou a decisão de Lula de não classificar organizações criminosas como o Comando Vermelho e o Primeiro Comando da Capital (PCC) como organizações terroristas, algo que Derrite tentou fazer em sua primeira versão do projeto de lei antifacção.

– É um governo que não quer tratar Comando Vermelho, PCC como organização terrorista, porque os presídios ficaram em festa em 2022, quando ele foi anunciado presidente da República – afirmou.

*AE

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