Flávio diz que pesquisas mostram rápido crescimento eleitoral
Senador voltou a afirmar que sua candidatura é "irreversível"
Pleno.News - 17/12/2025 09h32 | atualizado em 17/12/2025 17h33

O pré-candidato à Presidência da República e senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou nesta terça-feira (16), que as pesquisas eleitorais mostram um “crescimento rápido” de sua candidatura. Ao ser questionado sobre a mais recente pesquisa Quaest, divulgada nesta terça, o filho mais velho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) salientou a “tendência de crescimento”.
– O mais importante nessas pesquisas quantitativas não é exatamente o número que aparece agora, mas a tendência: se está em crescimento ou em queda. Faltam dez meses para a eleição e muita coisa ainda vai acontecer até lá. Elas mostram um crescimento rápido, o que bate com o que eu tenho percebido nas redes sociais e também nesses programas dos quais eu participo – disse Flávio.
Segundo o levantamento da Genial/Quaest, Flávio tem vantagem eleitoral sobre todos os outros presidenciáveis de direita no primeiro turno da eleição de 2026, mas está atrás do atual presidente, Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
No segundo turno, Flávio está 10 pontos porcentuais atrás de Lula, diferença igual à dos governadores Tarcísio de Freitas (Republicanos), de São Paulo, e Ratinho Jr. (PSD), do Paraná, em relação ao petista.
Já o desempenho de Tarcísio contra Lula piorou. No levantamento realizado em novembro, o presidente tinha cinco pontos de vantagem sobre o governador. A diferença dobrou em um mês.
O senador avaliou que parte do eleitorado o vê como uma versão “mais equilibrada” e centrada do pai, percepção que, segundo ele, corresponde ao seu perfil pessoal. Ele afirmou ainda que sempre houve, inclusive entre os próprios aliados de Bolsonaro, a cobrança por uma postura mais moderada e menos conflitiva, mesmo ao sustentar que o governo de Bolsonaro teve desempenho positivo.
Flávio disse também que sua candidatura é “irreversível” e que a declaração inicial de que ela teria um “preço” foi feita de forma deliberada para “causar impacto”. De acordo com o senador, a repercussão acabou gerando especulações e interpretações negativas. Ele reiterou que o preço é a liberdade do pai, preso na Polícia Federal (PF), e a possibilidade do ex-presidente disputar as eleições de 2026.
*AE
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