Flávio Dino rebate críticas contra decisões monocráticas no STF
Ministro afirmou que prática é "absolutamente normal"
Pleno.News - 05/01/2026 12h00 | atualizado em 05/01/2026 12h39

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Flávio Dino rebateu as críticas contra as decisões monocráticas proferidas pela Corte. Em publicação em rede social, o ministro citou trechos de leis que regulamentam os atos isolados de juízes e afirmou que o grande número de decisões desse tipo é “absolutamente normal” e “significa que a lei está sendo cumprida”.
– Repetir uma crítica superficial contra o suposto excesso de decisões monocráticas no STF equivale a ignorar os comandos fixados em Lei – disse, em publicação neste domingo (4).
Dino ainda afirmou que debater os parâmetros fixados pela legislação para as decisões monocráticas “é mais produtivo do que pretender, em desacordo com a lei e com o bom senso, que fossem colegiadas as 118 mil decisões proferidas pelo STF no ano de 2025”.
Na publicação, Dino defendeu que esse tipo de decisão é importante para garantir previsibilidade e segurança jurídica por meio do sistema de precedentes – modelo no qual novas ações podem ser julgadas rapidamente de acordo com decisões judiciais anteriores.
– Afinal, se o Tribunal precisar julgar de forma colegiada milhares de vezes a mesma questão jurídica, qual o sentido de haver força vinculante no PRECEDENTE? – questionou.
No final do ano passado, a Câmara aprovou um projeto que limita as decisões monocráticas do STF contra leis aprovadas pelo Congresso. A aprovação ocorreu em um momento de acirramento das tensões entre os Poderes, após o ministro Gilmar Mendes alterar as regras para o impeachment de magistrados da Corte. O texto foi encaminhado ao Senado.
*AE
Leia também1 CIA sabia o que Maduro comia e até mesmo quais eram seus pets
2 Nicolás Maduro é transportado para tribunal em NY. Veja!
3 Donald Trump diz que interina da Venezuela precisa cooperar
4 Maduro e esposa comparecerão a tribunal federal em Nova Iorque
5 Nicolás Maduro confundido com Ratinho? Entenda o que ocorreu



















