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Federalizar caso Marielle pode afetar a investigação, diz MPRJ

Ideia foi proposta pelo ministro da Justiça, Flávio Dino

Henrique Gimenes - 05/01/2023 20h54 | atualizado em 06/01/2023 11h27

Flávio Dino, ministro da Justiça Foto: Governo do Maranhão/Gilson Teixeira

Após o ministro da Justiça, Flávio Dino, se manifestar pela federalização das investigações da morte da ex-vereadora Marielle Franco (PSOL), o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) decidiu se manifestar. De acordo com o órgão, a medida pode prejudicar os trabalhos do caso.

Dino abordou o assunto na segunda-feira (2), durante a solenidade que marcou o início dos trabalhos em seu ministério.

– Eu disse à ministra Anielle e à sua mãe que é uma questão de honra do Estado brasileiro empreender todos os esforços possíveis e cabíveis, e a Polícia Federal assim atuará, para que esse crime seja desvendado definitivamente e nós saibamos quem matou Marielle e quem mandou matar Marielle Franco naquele dia no Rio de Janeiro – garantiu o ministro.

Para o MPRJ, no entanto, a medida não “afastará a dificuldade e a complexidade do caso, que não foram superadas quando o Ministério da Justiça constituiu força-tarefa para auxiliar as instituições estaduais em momentos anteriores da investigação”.

Além disso, o órgão explicou que “o crime ainda não foi solucionado pela dificuldade do caso” e pelo “profissionalismo dos executores do crime” e que um “eventual deslocamento trará sérios prejuízos aos trabalhos, tanto em relação às investigações em curso, quanto ao julgamento dos executores já identificados no Júri que se avizinha”.

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