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Ex-ministro de Lula afirma que linguagem neutra é ‘inaceitável’

Aldo Rebelo afirmou que a agenda é apenas uma "invenção de palavras que não existem"

Paulo Moura - 24/11/2021 09h57 | atualizado em 24/11/2021 10h08

Aldo Rebelo, ex-ministro do governo Lula Foto: Câmara dos Deputados/Reila Maria

O ex-ministro-chefe da Secretaria de Relações Institucionais do Brasil durante o governo Lula, Aldo Rebelo, criticou duramente a chamada “linguagem neutra” durante um seminário organizado pelo instituto do ex-comandante do Exército, Eduardo Villas Bôas, na última sexta-feira (19). Em sua fala, Rebelo chamou a agenda de inaceitável e de um “atentado à sociedade nacional”.

– É algo importado. Não é linguagem neutra, o que estão querendo impor é outra língua. O que estão querendo fazer não é o uso das palavras existentes. É a criação de uma outra língua, de um outro idioma, porque estão inventando palavras que não existem na língua portuguesa. Não é o problema do gênero, é a tradição, a cultura – declarou.

Aldo também criticou a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF), que, por intermédio do ministro Edson Fachin, suspendeu a eficácia de uma lei de Rondônia que proibia o uso de linguagem neutra nas escolas públicas e privadas do estado. O ex-ministro disse ter a impressão de que o Supremo age como “uma Corte dos costumes”.

– Aqui, no Brasil, essa agenda tomou conta do mercado pelas corporações que estão nisso, da mídia. De certa forma, o Legislativo vai entrando nisso, e o Judiciário, nem se fala – completou.

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