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“Estão vivendo momento difícil”, diz Zema sobre família Bolsonaro

Carlos criticou políticos da direita

Pleno.News - 20/08/2025 13h07 | atualizado em 20/08/2025 15h04

Governador de Minas Gerais, Romeu Zema
Governador de Minas Gerais, Romeu Zema Foto: Rafa Neddermeyer/ Agência Brasil
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), disse, nesta quarta-feira (20), que a família Bolsonaro vive um “momento difícil”, ao comentar o post em que o vereador Carlos Bolsonaro (PL-RJ) diz que os governadores de direita se comportam como ratos.

Em postagem publicada no último domingo (17), dia seguinte ao lançamento da pré-candidatura de Zema à presidência da República – último sábado (16), Carlos criticou líderes da direita que querem apenas “herdar o espólio de Bolsonaro”.

– Estão vivendo, a família Bolsonaro, um momento difícil, e acho que nós temos que ver todo esse tipo de declaração com um devido desconto. Eu me solidarizo com a família e vejo que mais protagonistas na direita só fortalecem a direita – comentou Zema.

A fala do governador mineiro foi dada em entrevista dada a jornalistas após participação na conferência anual do Santander.

Zema disse ter ouvido do próprio ex-presidente Jair Bolsonaro a avaliação de que quanto mais protagonistas tiver, mais forte a direita vai ficar.

– Escutei isso do próprio presidente Bolsonaro, com quem eu estive há cerca de 30 dias para comunicá-lo em primeira mão do lançamento da minha pré-candidatura. Ele mesmo falou: “Quanto mais candidatos a direita tiver, melhor, mais forte ela vai ficar” – declarou Zema.

Segundo ele, o jantar organizado nesta terça-feira (19) pelo presidente do União Brasil, Antonio Rueda, e que reuniu governadores e lideranças da centro-direita, sem representantes da família Bolsonaro, mostrou que a direita tem condição de caminhar unida.

Ao relatar as discussões que aconteceram no jantar, o governador aproveitou para reiterar críticas à política fiscal e ao excesso de gastos do governo federal.

– O que nós queremos é reduzir os danos que o Brasil tem sofrido. Então, eu mesmo propus lá, ontem, que o Congresso tenha uma ação proativa no sentido de reduzir essa gastança para que um novo presidente que venha a assumir em 2027 não tenha tanta dificuldade em fazer a sua gestão – contou Zema, acrescentando que a dívida pública se tornou incontrolável.

E depois concluiu:

– Nós precisamos é ter um plano consistente de atacar essa gastança, que é o grande mal do Brasil, que faz a inflação ficar acima do que deveria e, principalmente, faz com que a taxa de juros vá lá para as alturas, freando com freio de mão o investimento.

*AE

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