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Esposa de Moro é defensora da Agenda 2030 da ONU

Documento das Nações Unidas apoia posicionamentos como ideologia de gênero e desarmamento

Pleno.News - 28/04/2020 12h55 | atualizado em 28/04/2020 13h16

Rosângela Moro tem conexões com agenda progressista da ONU Foto: Reprodução

O nome da advogada Rosângela Moro poderia passar desapercebido por muita gente, não fosse o sobrenome, famoso por conta do marido, Sergio Moro, com quem é casada há 21 anos.

Ao passar a fazer parte do universo midiático, por conta do esposo, Rosângela viu seu nome começar a surgir em notícias nos jornais, revistas, portais e suas mensagens nas redes sociais tomarem repercussão antes inexistente.

Outra coisa que começou a se tornar pública foram os posicionamentos da esposa do ex-juiz da Lava-Jato. E, talvez para surpresa de muitos, eles não eram tão alinhados com as bandeiras defendidas pelo presidente Jair Bolsonaro, a quem Sergio Moro respondeu como ministro por mais de um ano e quatro meses.

Em uma breve pesquisa, é possível perceber que um desses posicionamentos, por exemplo, é a defesa da Agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU), também chamada de Agenda 2030 para o Desenvolvimento Sustentável, que apoia pontos como a ideologia de gênero, a prática do aborto “em condições seguras” e o desarmamento.

A conexão entre Rosângela e a agenda progressista da ONU pode ser percebida logo na descrição do site de seu escritório de advocacia, o Wolff Moro Sociedade de Advocacia, quando, na aba Quem Somos, a instituição diz estar sempre atenta “aos princípios norteadores do Pacto Global, estabelecido pela Organização das Nações Unidas – ONU”.

Escritório de Rosângela Moro diz “estar atento” ao Pacto Global da ONU Foto: Reprodução

E sabe quais são esses princípios norteadores do Pacto Global da ONU? Isso mesmo, a defesa da Agenda 2030, também chamada de Agenda Global de Sustentabilidade, como pode ser percebido na própria página do pacto.

Agenda 2030 faz parte do Pacto Global Foto: Reprodução

O posicionamento do governo federal contra a chamada Agenda 2030 pode ser confirmado na sanção feita pelo presidente Jair Bolsonaro ao Plano Plurianual da União (PPA), para o período de 2020 a 2023, quando o chefe do Executivo vetou um artigo que representava submissão ao plano da ONU com a uniformização de práticas administrativas.

A mensagem, enviada por Bolsonaro ao Senado, afirmou que o Inciso VII do Artigo 3º do PPA era inconstitucional pois conferia “cogência e obrigatoriedade jurídica em detrimento do procedimento dualista de internalização de atos internacionais, o que viola a previsão dos arts. 49, inciso I, e art. 84, inciso VIII, da Constituição Federal”.

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