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Equipe de Lula cogita acabar com as escolas cívico-militares

Pais de alunos podem não concordar com a mudança, dados os benefícios gerados pelo modelo adotado

Leiliane Lopes - 06/12/2022 21h02 | atualizado em 07/12/2022 10h56

Presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

A equipe de transição do governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) que atua no grupo da Educação estuda a possibilidade de acabar com as escolas cívico-militares, um projeto do atual governo que visa melhorar a gestão escolar e o desempenho dos alunos.

Ao longo de quatro anos, o governo de Jair Bolsonaro implantou mais de 120 escolas cívico-militares no país, um projeto que tem como base os eixos educacional, administrativo e didático-pedagógico.

O Ministério da Educação explica que as escolas cívico-militares têm como base um modelo que já foi implementado nos colégios-militares das Forças Armadas, das Polícias Militares e do Corpo de Bombeiros.

As escolas escolhidas para adotar tal modelo seguiam a critérios como baixo Ideb (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) e com alunos em situação de vulnerabilidade social.

Por isso, a ideia de que as escolas deixem de existir tem preocupado os pais de alunos que apoiam o modelo implantado.

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