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Entidades querem nomeação de Damares Alves a ministério

Mais de 100 organizações assinaram o pedido ao futuro governo

Camille Dornelles - 03/12/2018 12h04 | atualizado em 03/12/2018 12h45

Assessora de Magno Malta, Damares Alves Foto: Reprodução

A advogada e pastora Damares Alves é cotada para assumir o Ministério de Direitos Humanos no governo Jair Bolsonaro. O presidente eleito confirmou que gostaria de tê-la na equipe. Notas assinadas por mais de 100 entidades civis foram publicadas no sábado (1º) e neste domingo (2) pedindo a nomeação da pastora.

A iniciativa é da Rede Nacional em Defesa da Vida e da Família, que defende a criminalização do aborto. Entre os outros grupos que assinam a nota estão instituições religiosas, associações de classe e organizações sem fins lucrativos. Movimentos Brasil Sem Aborto, Evangélicos Pela Vida, Brasil Sem Drogas e Geração Pró-Vida Brasil são alguns deles.

A pastora trabalha como assessora parlamentar do senador Magno Malta. Ela mantém uma rede de apoio a famílias, é contra o movimento LGBT, o feminismo e a legalização do aborto. Em entrevista dada em março, ela também se posicionou contra a ideologia de gênero.

– Estou há anos na estrada no combate à ideologia de gênero, pois a erotização de crianças é um dos pilares desta terrível ideologia. Tenho, ainda, um trabalho na prevenção ao abuso e violência sexual de crianças e adolescentes, o que me possibilita participar de diversos movimentos e de inúmeros grupos dessa área — disse Damares, na ocasião.

Caso a possibilidade se concretize, Damares será a segunda mulher da base de governo de Bolsonaro, junto com a deputada federal Tereza Cristina (DEM-MS).

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