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Em 2019, PT ofendeu Bolsonaro por cotação do dólar a R$ 4,26

Terceiro mandato de Lula amarga o recorde da maior cotação do dólar em todo o Plano Real

Marcos Melo - 28/11/2024 18h49 | atualizado em 28/11/2024 19h50

Gleisi Hoffmann, presidente do PT Foto: Paulo Pinto/Agência PT

Em 2019, durante o governo do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), a cotação do dólar chegou a R$ 4,26. Isso foi motivo suficiente para que o Partido dos Trabalhadores (PT), por meio de seus canais de comunicação, culpasse a “incapacidade da gestão Bolsonaro”.

No site oficial do PT, na época, uma matéria afirmava que “os operadores do desgoverno Bolsonaro, que deveriam ter uma postura de estabilidade, estão levando o país a uma situação de total instabilidade”.

Nesta quinta-feira (28), o governo Lula amargou uma trágica marca para sua equipe econômica, impondo mais uma derrota aos brasileiros. O dólar atingiu a marca de R$ 6, na maior cotação da moeda americana em toda a história do Plano Real.

DÓLAR ULTRAPASSA MARCA DE R$ 6 PELA PRIMEIRA VEZ NA HISTÓRIA
A reação negativa do mercado aos anúncios feitos pelo ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT), sobre o pacote de corte de gastos e o aumento da isenção do Imposto de Renda para salários de até R$ 5 mil fez com que o dólar atingisse a marca histórica de R$ 6 na manhã desta quinta-feira (28). Por volta das 11h45, a moeda americana teve leve redução e estava cotada a R$ 5,98.

O aumento ocorre como reação dos investidores à coletiva do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, em especial à proposta do governo de ampliar a faixa de isenção do Imposto de Renda (IR) para quem ganha até R$ 5 mil, o que deve comprometer o arcabouço fiscal, mesmo com a adoção das medidas de contenção de despesas anunciadas.

Especialistas dizem que as propostas são frágeis e populistas. Segundo a Warren Investimentos, as medidas são insuficientes para o equilíbrio fiscal, que calcula um custo de ao menos R$ 45,8 bilhões com o aumento da faixa de isenção do IR. Já de acordo com a consultora econômica Tendências, isentar quem ganha até R$ 5 mil deixaria apenas 15% da população na base de cobrança do Imposto de Renda.

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