Eduardo reage à separação de Gilmar e cita sanções dos EUA
Segundo ele, a separação do casal não impediria os EUA de agir contra Guiomar
Pleno.News - 30/11/2025 16h02 | atualizado em 01/12/2025 16h46

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) comentou neste sábado (29), nas redes sociais, a separação de Gilmar Mendes e Guiomar Feitosa, anunciada no mesmo dia. O deputado afirmou que não se interessa pela vida pessoal do ministro, mas sugeriu que uma eventual tentativa de evitar sanções dos Estados Unidos seria “infrutífera”.
– A vida pessoal não me interessa, mas se a intenção é driblar as sanções americanas, informo que a manobra é infrutífera – escreveu.
Para alguns usuários das redes, o fim do casamento poderia ter relação com a possibilidade de aplicação da Lei Magnitsky contra Gilmar. Eles lembraram que, quando Alexandre de Moraes foi sancionado, sua esposa também entrou na lista dos EUA.
O deputado ainda publicou a resposta de uma inteligência artificial sobre o tema. Segundo o conteúdo que ele divulgou, a legislação americana permite que ex-cônjuges também sejam alcançados, caso exista base legal ou vínculo econômico.
– A resposta direta (…) é: Não. Divorciar-se de alguém que será sancionado não impede que a ex-esposa também seja sancionada – diz o trecho compartilhado pelo parlamentar.

SEPARAÇÃO ANUNCIADA
Mesmo após comunicar o fim do casamento, Gilmar e Guiomar viajaram juntos para a Europa nesta semana. Eles mantêm uma amizade de décadas. O ministro disse à Folha de S.Paulo que o casal decidiu encerrar o vínculo após 18 anos.
– Cansamos de ser casados, mas não cansamos, e jamais cansaremos, de ser amigos – afirmou Guiomar ao jornal.
Gilmar e Guiomar se conheceram ainda jovens na Universidade de Brasília (UnB). O relacionamento só começou anos mais tarde, depois de ambos saírem de relações anteriores.
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