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Eduardo pede a autoridade dos EUA mais sanções contra Moraes

Deputado se reuniu com secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent

Thamirys Andrade - 02/09/2025 10h37 | atualizado em 02/09/2025 11h47

Eduardo Bolsonaro Foto: Zeca Ribeiro/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eduardo Bolsonaro (PL-SP) relatou ao secretário do Tesouro dos Estados Unidos, Scott Bessent, que as sanções contra o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes têm se mostrado insuficientes, e pediu a aplicação de punições mais severas contra o magistrado.

– Essa foi uma das pautas que, eu e o [jornalista] Paulo Figueiredo, nós apresentamos ao secretário do Tesouro americano, o Scott Bessent, dizendo que: “Olha, as matérias da imprensa brasileira tão dando conta que a vida do Alexandre de Moraes não mudou tanto”. É preciso realmente colocar pra valer essa aplicação da Lei Magnitsky, até para que os EUA não percam força – disse ele, em entrevista ao canal do jornalista Cláudio Dantas.

Na visão do deputado, o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, não permitirá o enfraquecimento da Lei Magnitsky perante à comunidade internacional.

– Se os americanos sancionam alguém e têm pouco impacto na sua vida, há de concordar que há um enfraquecimento então dessa ferramenta à disposição dos americanos. Eu não vejo o presidente Trump permitindo esse enfraquecimento, então acho que é muito mais provável você avançar nessas sanções, você partir para outros mecanismos – propôs.

Moraes foi sancionado via Lei Magnitsky há pouco mais de um mês, acusado de violações a liberdades fundamentais. A legislação aplica principalmente punições econômicas, levando ao congelamento de bens, contas bancárias e cartões de crédito em território estadunidense e também em instituições norte-americanas que atuam no exterior.

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