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Eduardo Bolsonaro revela que conversou com Tarcísio; vídeo

Deputado federal licenciado deu declarações durante programa de Paulo Figueiredo

Pleno.News - 16/07/2025 20h06 | atualizado em 17/07/2025 12h01

Eduardo Bolsonaro Foto: Reprodução/ Print de vídeo YouTube Paulo Figueiredo Show

O deputado federal licenciado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) disse que teve uma “longa e boa conversa” com o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), o que qualificou como “questão de maturidade”. Ainda de acordo com ele, ambos se entenderam.

A declaração foi dada durante programa de Paulo Figueiredo, nos Estados Unidos.

– Sei que acabo incorrendo num risco, até de queimar o meu capital político, de sair com uma imagem de quem comprou briga com o Tarcísio e agora está desautorizando a sua própria base, voltando atrás. Na verdade, não é voltar atrás, é uma questão de maturidade, a gente não está aqui para alcançar nenhum objetivo que não seja o de preservar o interesse dos brasileiros, resgatar a liberdade – disse.

Eduardo afirmou que ele e Tarcísio não são “inimigos viscerais”.

– Nós não somos nem inimigos, e o nosso inimigo comum está do lado da esquerda, do lado do Moraes, e esse daí é o que tem que ser combatido para a gente ter o Brasil que a gente quer, resgatar a normalidade. O resto aí vira debate, vira discussão.

O deputado licenciado também afirmou que disse ao governador que pode levar as visões dele para os negociadores americanos, e fez a mesma proposta durante o programa aos presidentes da Câmara e do Senado, Hugo Motta (Republicanos-PB) e Davi Alcolumbre (União Brasil-AP), de que “está abrindo possibilidade com o que de melhor pode oferecer”, que seria seu capital político e intermediação com os americanos.

Confira:

A guerra tarifária iniciada por Trump que tem os Bolsonaros como pivôs escalou nesta terça-feira, 15, com o anúncio de que o governo dos Estados Unido iniciou uma investigação contra o Brasil a pedido do presidente americano.

A investigação buscará determinar “se atos, políticas e práticas do governo brasileiro são irracionais ou discriminatórios e oneram ou restringem o comércio dos EUA”, diz o documento.

*Com informações AE

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