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Eduardo B. dá apoio a Sikêra Jr. em campanha contra a pedofilia

Deputado levantou a #PedofiliaNaoPrescreve

Henrique Gimenes - 30/10/2020 21h08

Eduardo Bolsonaro dá apoio a Sikera Jr em campanha contra a pedofilia Foto: Reprodução

Nesta sexta-feira (30), o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) utilizou suas redes sociais para dar apoio a uma campanha contra a pedofilia iniciada pelo apresentador Sikêra Jr, da RedeTV!. A mobilização foi iniciada na na última terça-feira (27), quando usuários do Twitter levantaram a #PedofiliaNaoPrescreve.

Em conta do Twitter, Eduardo disse que está junto na campanha.

A revolta ocorre após o caso de uma garota de 13 anos, que morreu durante o parto, no Pará. A menina, que não teve o nome revelado, vivia com Francinaldo Moraes, de 41 anos. Ela morreu na segunda-feira.

Segundo o site Senso Incomum, o homem mantinha relações com a criança com consentimento dos pais dela. O caso foi denunciado no programa Alerta Nacional, de Sikêra Jr., que pediu que as pessoas usassem a hashtag contra pedofilia nas redes sociais.

De acordo com informações do jornal O Liberal, testemunhas apontaram que Francinaldo se relacionava com a menina desde que ela tinha 9 anos. Porém, ele só teria sido autorizado para manter o relacionamento quando a garota completou 13 anos.

O homem teria postado fotos no Facebook, onde lamentou a morte da “companheira”.

– Nós nunca estamos preparados pra perder alguém que amamos, mas você é tão especial e importante, que Deus quis você meu amor perto dele! Você foi a melhor esposa, amiga, companheira! Sentirei muito sua falta. Mas agora você vai brilhar no céu, ao lado de Deus! Te amarei eternamente – escreveu o homem.

Além da menina ter morrido durante o parto, o bebê também não sobreviveu.

O Estatuto da Criança e Adolescente e o Código Penal classifica como “estupro de vulnerável” o ato sexual com menores de 14 anos. A pena para o crime, hediondo e inafiançável, varia de 8 a 15 anos de prisão.

Segundo a Polícia Civil de Uruará, a menina morreu em uma cidade vizinha. Porém, o caso foi tramitado para Uruará, onde as investigações estão em fase inicial.

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