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É obrigação saber que Bolsonaro é o governo do povo, diz cientista político

Pesquisador da FGV-SP destaca que o presidente foi eleito democraticamente

Pleno.News - 29/07/2021 11h25 | atualizado em 29/07/2021 11h40

Presidente Jair Bolsonaro foi eleito presidente da República em 2018 Foto: Isac Nóbrega/PR

Eleito de forma democrática em 2018, o presidente Jair Bolsonaro é um governo do povo, pelo povo e para o povo, mesmo que a pressão contra seu mandato esteja em ascensão em alguns setores da sociedade brasileira.

A avaliação é do cientista político e pesquisador da FGV-SP, Humberto Dantas, um dos autores do livro Ciência política e políticas de educação. De olho na estrutura conceitual, Dantas destaca que a sociedade é tanto a “culpada” pela escolha do chefe do Executivo quanto a agente que pode mudar a situação.

Entende-se por “povo” quem ao menos pode decidir politicamente, a exemplo do chefe do Executivo. No caso do presidente Bolsonaro, o cientista político diz que o povo “não pode se isentar e falar que não escolheu”, em referência aos eleitores ditos “arrependidos”.

Apesar de o povo ter tomado a decisão, o pesquisador afirma que, caso seja de interesse, a sociedade não pode perder de vista a oportunidade de mudar o governo e, além disso, “a relevância de compreender a importância de se ter a oportunidade de fazer isso”.

Humberto Dantas é cientista político e pesquisador da FGV-SP Foto: Reprodução

Mesmo com a recente aproximação do governo com o Centrão, com significantes trocas ministeriais, Dantas reforça que o povo ainda tem um governo composto por ele e que o governa para ele. Apesar de alguns setores da sociedade repensarem no apoio a Bolsonaro, o presidente ainda soma uma parcela da população fiel ao seu governo, a exemplo de setores da economia, como o agronegócio.

Já no campo ideológico, a nova aproximação com o bloco também pode gerar dúvidas ao eleitorado em relação ao discurso com o qual Bolsonaro foi eleito em 2018, com fortes críticas ao Centrão e à corrupção. Mesmo em uma “traição do discurso” em relação às eleições passadas, Dantas pontua que Bolsonaro ainda não traiu o conservadorismo, eleitorado que segue como base forte do presidente.

*AE

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