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Derrite compara avanço do crime no Brasil a guerras no Oriente

Afirmação foi feita no parecer do deputado sobre o projeto de lei antifacção enviado pelo Executivo ao Congresso

Paulo Moura - 09/11/2025 11h49 | atualizado em 10/11/2025 15h47

Guilherme Derrite Foto: Mônica Andrade/Governo do Estado de SP

O deputado federal Guilherme Derrite (PP-SP), relator do projeto de lei antifacção enviado pelo Executivo ao Congresso, comparou o avanço do crime organizado no Brasil ao que é registrado atualmente em áreas de forte conflito no Oriente Médio. Em seu parecer sobre a proposta, o parlamentar descreve uma “militarização do crime”, com o uso de drones, armamento pesado e ataques coordenados a forças de segurança.

– Esse cenário, que parece a descrição de zonas de conflito no Oriente Médio, é, infelizmente, a realidade de muitos centros urbanos do Brasil – apontou o parlamentar, que também é secretário de Segurança Pública de São Paulo.

Para Derrite, as facções criminosas têm atuado com “tática de exércitos paralelos”, controlando territórios, impondo autoridade sobre comunidades e operando com estrutura hierárquica, poder financeiro e influência política. Para ele, a gravidade da situação exige uma “legislação de guerra em tempos de paz”.

O parecer de Derrite propõe medidas enérgicas contra o crime organizado, como: bloqueio de criptomoedas e chaves Pix ligadas a criminosos, criação de um banco de dados nacional de integrantes de organizações criminosas, a intervenção judicial em empresas usadas para lavagem de dinheiro, e o fim do direito ao auxílio-reclusão para dependentes de membros de facções.

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