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Deputado que teria “salvado” a irmã assina impeachment de Lula

Eduardo Velloso disse ter sido vítima de "fake news"

Monique Mello - 05/02/2025 17h15 | atualizado em 05/02/2025 18h06

Deputado Eduardo Velloso Foto: Vinicius Loures/Câmara dos Deputados

O deputado federal Eduardo Velloso (União Brasil-AC) disse que foi alvo de “fake news” e que assinou o pedido de impeachment do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na noite desta terça-feira (4).

O parlamentar se manifestou após repercussão da notícia de que ele havia retirado sua assinatura para “salvar” o emprego da irmã dele, que exerce um cargo de confiança na Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur). De acordo com Velloso, “não se tira assinatura do que nunca foi assinado”.

– Nos últimos dias fui vítima de uma onda fake news. Eu não retirei nenhuma assinatura, porque eu nunca assinei nada. Eu estava de recesso parlamentar e somente ontem [terça], ao chegar em Brasília e ler o documento, assinei e protocolei. Com isso, esclareço o que de fato aconteceu em minha ausência – disse em publicação nas redes sociais nesta quarta (5).

Sobre sua irmã, Luciana Borges de Velloso Viana, o deputado garante que não exerce influência sobre a vida profissional dela.

– Minha irmã mora em Brasília há 20 anos. Não fui eu quem a trouxe. Ela trabalhou aqui no Congresso vários anos. Não sou eu que influencio o que vai acontecer com ela ou não. Se ela tem a infelicidade de ser irmã de um parlamentar, não posso deixar isso interferir. Ela caminha com as próprias pernas – disse ao Metrópoles.

A irmã do deputado integra o grupo de 23 funcionários que têm cargo de confiança de assessor de gerência na Embratur, com remuneração de R$ 18.938,63.

Sobre a contratação, a Embratur disse, em nota, que houve “solicitação do ministro Celso Sabino, acatada por esta Agência, porque possuía os requisitos profissionais para a vaga. Suas atividades estão registradas em relatórios periódicos e são adequadas para o cargo que exerce”.

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