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Carlos Paschoal corrigiu depoimento feito em julho sobre sítio de ex-presidente em Atibaia

Paulo Moura - 12/08/2019 14h20 | atualizado em 12/08/2019 14h21

Luiz Inácio Lula da Silva está preso desde o dia 7 de abril do ano passado Foto: Agência Brasil/Fernando Pozzebom

O delator Carlos Armando Guedes Paschoal, ex-executivo da Odebrecht, afirmou que não foi coagido a construir um relato que incriminava Lula no processo do sítio de Atibaia.

Num depoimento entregue ao juiz da 3ª Vara da Fazenda Pública em São Paulo, na sexta (9), ele diz que a colaboração em que falava do petista foi feita de maneira livre e espontânea. E que, ao dizer que foi “coagido”, se expressou de maneira inadequada.

No depoimento, Carlos se corrigiu em uma expressão que havia utilizado em julho, onde ele dizia que havia sido coagido a fazer um relato sobre o que tinha ocorrido nas reformas do sítio em Atibaia, frequentado por Lula. Ele afirmou que, quando começou a fazer colaboração premiada, seus primeiros relatos estavam muito ruins, porque ele não sabia como fazê-los.

Depois de conversar com procuradores da força-tarefa, Paschoal afirmou que entendeu o nível de aprofundamento necessário. Dessa forma, ele compreendeu que para ser aceito como colaborador precisaria dar informações mais detalhadas, consistentes, coerentes e abrangentes, além de buscar documentos que corroborassem o que ele tinha a dizer.

*Folhapress

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