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Defesa de Bolsonaro lista doenças ao pedir prisão domiciliar

O conjunto de problemas torna o quadro de saúde do líder da direita muito complicado

Pleno.News - 21/11/2025 21h37 | atualizado em 25/11/2025 16h06

Jair Bolsonaro Foto: Reprodução/Instagram Jair Bolsonaro

A defesa de Jair Bolsonaro pediu nesta sexta-feira (21) ao ministro Alexandre de Moraes, no STF, que o ex-presidente cumpra em casa a pena de 27 anos e três meses imposta pela Corte. O pedido foi protocolado em Brasília e afirma que o estado de saúde dele não permite a permanência em um presídio comum.

Os advogados listam um conjunto de doenças e sequelas que, segundo eles, tornam o quadro delicado. O relatório cita hipertensão, doença aterosclerótica do coração, estenose de carótidas, refluxo gastroesofágico, pneumonia aspirativa recorrente, câncer de pele, além de aderências intestinais, suboclusões e danos permanentes na parede abdominal.

A defesa afirma que essas condições são consequência direta da facada de 2018. Desde então, Bolsonaro passou por cirurgias de emergência, reconstruções intestinais, correções de hérnia e internações repetidas por suboclusão. Em abril de 2025, enfrentou nova obstrução intestinal e precisou de cirurgia de urgência.

Os médicos responsáveis relatam ainda episódios recentes de pneumonia aspirativa, quadro de hepatite ligada a medicamentos e nutrição parenteral, além de soluços persistentes que exigem ajustes diários de medicação. Eles dizem que o ex-presidente precisa de monitoramento contínuo da pressão, exames frequentes e possibilidade de atendimento imediato em caso de agravamento.

O documento argumenta que tais condições seriam “incompatíveis” com a rotina de um presídio comum. A defesa diz que Bolsonaro depende de estrutura médica especializada para acompanhamento multiprofissional, uso regular de medicamentos e acesso rápido a exames e emergências.

O pedido de prisão domiciliar, apresentado em caráter humanitário, aguarda decisão do ministro Alexandre de Moraes.

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