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‘Tenho me manifestado pela vida e contra a morte’, diz Damares

Em rede social, ministra se manifestou contra a prática do aborto

Ana Luiza Menezes - 30/12/2020 21h56 | atualizado em 30/12/2020 22h02

O MMFDH, sob o comando de Damares Alves, lançará mais um programa pró família
Ministra Damares Alves Foto: Willian Meira/MMFDH

A ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves, usou uma rede social para se posicionar contra a legalização do aborto. O assunto foi bastante comentado por personalidades, nesta quarta-feira (30), depois que o Senado da Argentina aprovou o projeto de lei que legaliza a prática de aborto no país.

Damares deu destaque a um monumento, que mostra uma mulher que abortou sendo perdoada por uma criança. A ministra defendeu que o feto sente dor no momento em que é abortado. Ela também destacou a importância da luta para salvar vidas, impedindo a prática do aborto.

– Monumento “criança não nascida”. A imagem mostra o sofrimento da mãe pelo aborto e o filho perdoando a mãe. Novas pesquisas afirmam que sim, a criança sente dor durante o processo de aborto mesmo nas primeiras semanas. Há anos, tenho me manifestado pela vida e contra a morte. Salvemos sempre as duas vidas – declarou Damares.

Publicação de Damares Alves Foto: Reprodução

O Senado da Argentina aprovou, na madrugada desta quarta-feira, o projeto de lei que legaliza o aborto no país. A ação, que teve autoria do presidente Alberto Fernández, recebeu 38 votos a favor, 29 contra, e um dos parlamentares se absteve.

O texto estabelece que as mulheres agora terão direito a interromper voluntariamente a gravidez até a 14ª semana de gestação. Após este período, o aborto será permitido apenas em casos de risco de vida para a gestante ou quando a concepção for fruto de um estupro.

O projeto de lei havia sido aprovado pela Câmara no dia 11 de dezembro. Na ocasião, a proposta recebeu 131 votos favoráveis e 117 contrários dos deputados. Seis parlamentares se abstiveram.

O projeto voltou à pauta pela segunda vez em menos de três anos. De autoria do governo Fernández, a proposição chegou ao Congresso semanas atrás, seguindo uma promessa do então candidato da oposição a Mauricio Macri.

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