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Bolsonaro: ‘Creio que não vai ser uma eleição difícil para o povo’

Presidente deu declarações nesta terça-feira

Pleno.News - 19/01/2022 07h55 | atualizado em 19/01/2022 10h01

Presidente Jair Bolsonaro Foto: EFE/Joédson Alves

Durante entrevista ao programa Sidys TV Internet, do Rio Grande do Norte, na terça-feira (18) o presidente Jair Bolsonaro disse que não deverá enfrentar dificuldades para se reeleger ao Palácio do Planalto. Ele falou que as pessoas poderão comparar seus quatro anos de governo com os 14 anos de liderança do Partido dos Trabalhadores (PT). As informações são do portal UOL.

– Eu creio que não vai ser uma eleição difícil para o povo brasileiro. Vocês vão poder comparar praticamente quatro anos do meu governo com 14 do PT. Lá atrás, voltado por (sic) promessas, ilusões e um governo com muita corrupção e sem perspectiva de futuro. E o nosso, a gente mostra, né? Nós temos mostrado o que tem sido feito ao longo desse tempo todo. Então, não acho que vai ser difícil a população escolher em outubro quem ela quer para comandar o nosso país a partir de 2023 – falou o chefe do Executivo.

Bolsonaro não quis avaliar o comportamento dos pré-candidatos. Ele disse não querer polemizar e afirmou que prefere dar oportunidade para os demais crescerem.

– Olha, eu não procuro opinar porque vai ter um contra-ataque, né? Eu vou dar a oportunidade a eles, aí, em cima do que eu falar aqui, crescerem, contestarem. Eu não quero polemizar. Pretendo deixar esse debate para as eleições. Então, eu prefiro não polemizar sobre esse ou aquele pré-candidato para não causar intrigas, né? A política lamentavelmente é permeada de intrigas e de brigas. E eu pretendo fazer uma campanha mostrando o que nós fizemos e o que pretendemos fazer para o futuro – falou.

Bolsonaro confirmou ainda que haverá mudanças em seu governo a partir de março.

– Cada ministro já fez um relatório do que foi feito nos últimos três anos. Nós vamos continuar trabalhando sem parar. No fim de março, nós devemos ter 12 ministros que vão concorrer a cargos eletivos pelo Brasil e já está praticamente acertado quem os substituirão e continuarão mantendo o mesmo ritmo.

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