CPMI aprova quebra de sigilo de Lulinha em sessão com agressão
Deputado Luiz Lima foi atingido com soco no rosto
Paulo Moura - 26/02/2026 14h00 | atualizado em 26/02/2026 17h24

A Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) do INSS aprovou nesta quinta-feira (26), em votação simbólica e em bloco, um conjunto de requerimentos que incluiu a quebra dos sigilos bancário e fiscal de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, filho do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). No entanto, após a votação houve muita confusão e até um soco contra o deputado Luiz Lima (PL-RJ).
Durante a sessão, parlamentares da base governista tentaram retirar o requerimento de pauta, mas não obtiveram sucesso. Com a proclamação do resultado pelo presidente da CPMI, senador Carlos Viana (Podemos-MG), houve revolta por parte de governistas quanto à contagem dos votos. A sessão foi suspensa após troca de acusações e empurra-empurra entre deputados.
Durante a confusão, o deputado Luiz Lima (PL-RJ) foi atingido no rosto pelo deputado Rogério Correia (PT-MG). Inicialmente, o petista afirmou que reagiu após ser empurrado e pediu desculpas, dizendo que não houve intenção. Posteriormente, negou ter desferido um soco, alegando que apenas levantou o braço ao cair.
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O deputado Marcel van Hattem (Novo-RS), por sua vez, declarou que houve agressão deliberada e informou que seu partido acionará o Conselho de Ética.
Além da quebra de sigilo de Fábio Luís, a CPMI aprovou pedidos que atingem empresários e empresas mencionados nas investigações. Entre as medidas estão quebras de sigilo bancário e fiscal para apurar movimentações financeiras consideradas atípicas, verificar compatibilidade entre renda declarada e patrimônio e identificar possíveis conexões societárias com investigados.
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