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CPI quebra sigilo fiscal de Barros e de advogado de Bolsonaro

Senadores suspeitam de envolvimento com a Precisa Medicamentos

Pierre Borges - 19/08/2021 13h42 | atualizado em 14/10/2021 14h44

Ricardo Barros e Wassef Frederick
Ricardo Barros e Wassef Frederick Foto: Jefferson Rudy/Agência Senado e Reprodução/YouTube/Veja

A cúpula da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid determinou nesta quinta-feira (19) a quebra de sigilo fiscal do deputado federal Ricardo Barros e de Frederick Wassef, advogado da família do presidente Jair Bolsonaro.

De acordo com o documento, a intenção dos senadores é descobrir se o advogado teve algum envolvimento no processo de aquisição de vacinas contra a Covid-19, especialmente relacionados à Precisa Medicamentos.

A CPI solicitou à Receita Federal a relação de empresas das quais Barros e Wassef participaram nos últimos cinco anos, incluindo eventuais sociedades anônimas. Serão investigados o faturamento, a relação de notas fiscais emitidas, os maiores clientes e fornecedores e o detalhamento do lucro dessas empresas.

Os senadores tentarão encontrar informações que possam ligar os investigados a “indícios de crimes, fraudes, irregularidades ou comportamentos e movimentações atípicas”.

A servidora da Secretaria do governo, Thaís Amaral Moura, apontada como responsável por escrever requerimentos apresentados por senadores governistas na CPI e diversos influenciadores digitais apoiadores de Bolsonaro também tiveram o sigilo quebrado.

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