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Copacabana tem recorde de público na virada do ano

Show pirotécnico teve duração de 17 minutos e encantou as pessoas que lotaram a praia

Emerson Rocha - 01/01/2018 14h50 | atualizado em 01/01/2018 14h54

Após grande expectativa, a Prefeitura do Rio de Janeiro avaliou como positiva a festa de Réveillon em Copacabana, neste domingo (31) e madrugada de segunda-feira (1º). A tradicional queima de fogos teve uma duração de 17 minutos e agitou o público que lotou as areias da praia, da Zona Sul do Rio.

O número de pessoas presentes à festa não chegou a quantidade que era esperada de 3 milhões, mas ficou perto. De acordo com a RioTur, cerca de 2,4 milhões estiveram no local. Um novo recorde para o evento, que teve como tema o abraço.

A queima de fogos foi sincronizada com uma trilha sonora desenvolvida pelo produtor musical Daniel Lopes. O show pirotécnico contou com 25 toneladas de fogos multicoloridos, que saíram de onze balsas para formar imagens como figuras geométricas, corações, estrelas, carinhas felizes, círculos e espirais, com um grande final em tom de dourado.

Para o presidente da RioTur, Marcelo Alves, 2018 chegou com a maior festa já produzida em Copacabana.

– Esse foi, sem sombra de dúvidas, o maior réveillon de todos os tempos. Mais de 2,4 milhões de pessoas na praia de Copacabana, sem contar nos outros palcos da cidade. A cidade está lotada, mais de 90% de ocupação nos hotéis de acordo com o balanço da ABIH-RJ. Esse foi o Réveillon do abraço e essa imagem de milhões de pessoas se abraçando foi um marco para a nossa cidade. Vai entrar para a história. Estamos muito felizes de realizar esse grandioso evento. Agora vamos estender essa festa até o dia 6 de janeiro, quando o mesmo palco irá receber um encontro inédito entre as 13 baterias das escolas de samba do Grupo Especial e os músicos da Orquestra Petrobras Sinfônica. Vai ser histórico assim como a noite da virada! Vamos em frente! – disse empolgado.

Logo assim que acabou a queima de fogos, a cantora Anitta agitou a plateia com seus famosos hits. Depois dela, ainda teve as apresentações das duas escolas de samba campeãs do carnaval de 2017: Portela e Mocidade Independente de Padre Miguel. Quem encerrou a noite foi o DJ Luiz Henrique.

Reclamações do público
Muitas pessoas relataram pequenos furtos durante a festa. Segundo elas, bandidos roubaram carteiras, celulares, bolsas e jóias. A reclamação foi pelo pouco efetivo de policiais militares e guardas municipais nas areias para inibir a ação de criminosos.

Outra queixa foi com a dificuldade de voltar para casa nos transportes públicos. Houve problemas nas estações do metrô, taxistas cobrando taxa fixa ilegal e os ônibus não paravam em vias próximas do evento. Quando paravam, ficavam lotados.

Atendimentos nos postos de saúde
Segundo a Secretaria Municipal de Saúde, até o final dos shows, 618 pessoas haviam sido atendidas nos quatro postos de saúde da orla de Copacabana. Grande parte teve que procurar ajuda por excesso de álcool e drogas.

Lixo nas areias
A Comlurb acredita que mesmo com o recorde de público na festa, a quantidade de lixo recolhida seja a mesma do ano passado. Na festa anterior, o total chegou a 290 toneladas. A companhia disponibilizou mais de mil profissionais para fazer o trabalho de limpeza no local, já na manhã desta segunda-feira (1º).

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