Leia também:
X Congresso aprova alteração na escolha de ministros do STF

Conselho aprova parecer por cassação de vereador petista

Defesa do vereador tem cinco dias úteis para recorrer

Pleno.News - 10/05/2022 20h47 | atualizado em 11/05/2022 09h52

Vereador Renato Freitas
Vereador Renato Freitas Foto: Reprodução/YouTube/Câmara Municipal de Curitiba

Nesta terça-feira (10), o Conselho de Ética da Câmara Municipal de Curitiba aprovou um parecer pela cassação do vereador Renato Freitas (PT). O parlamentar liderou a invasão à Igreja Nossa Senhora do Rosário, na capital paranaense, em fevereiro. As informações são do jornal O Globo.

O parecer será enviado para votação em plenário.

A defesa do vereador tem cinco dias úteis para recorrer da decisão, que será avaliada pela Comissão de Constituição e Justiça (CCJ). Depois disso, a Câmara terá o prazo de três sessões para marcar o julgamento.

O CASO
No dia 5 de fevereiro, o vereador Renato Freitas liderou uma invasão à Igreja Nossa Senhora do Rosário, em Curitiba, durante a celebração de uma missa. Os militantes seguravam bandeiras do PT e do PCdoB e gritavam palavras como “racistas” e “fascistas”, ignorando os pedidos do padre para que cessassem o tumulto.

Em discurso, o vereador petista disse que os católicos haviam apoiado um “policial que está no poder”. Segundo ele, o ato era contra o racismo – o que, na sua visão, foi o motivo para o assassinato de pessoas como Moïse Mugenyi e Durval Teófilo Filho e que teria relação com a conivência das pessoas com fé católica em relação a autoridades “fascistas”.

Leia também1 Vereador do PT que invadiu igreja seca cabelo durante sessão
2 Vereador que invadiu igreja se afasta da Câmara por saúde
3 Eduardo cita representação contra petista que invadiu igreja
4 Pastor protesta contra vereador petista que invadiu igreja
5 PTB aciona OAB, MP e Câmara contra petista que invadiu igreja

Siga-nos nas nossas redes!
WhatsApp
Entre e receba as notícias do dia
Entrar no Grupo
Telegram Entre e receba as notícias do dia Entrar no Grupo
O autor da mensagem, e não o Pleno.News, é o responsável pelo comentário.