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Com ida de Bolsonaro a hospital, reunião de líderes é cancelada

Bolsonaro se reuniria na manhã desta quarta com presidentes do Senado, da Câmara e do STF

Paulo Moura - 14/07/2021 09h01 | atualizado em 14/07/2021 09h38

Presidente Jair Bolsonaro ao lado dos presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e da Câmara, Arthur Lira Foto: Marcos Corrêa/PR

Marcada para a manhã desta quarta-feira (14), a reunião que envolveria os presidentes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciário, entre eles o presidente Jair Bolsonaro, o comandante da Câmara, Arthur Lira (PP-AL), o do Senado, Rodrigo Pacheco (DEM-MG), e do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Fux, teve de ser cancelada por conta da ida de Bolsonaro a um hospital no DF.

De acordo com a Secretaria Especial de Comunicação Social (Secom), a ida do presidente ao Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, foi para que os médicos investigassem a causa dos soluções do chefe do Executivo. A pasta informou que o presidente ficará sob observação entre 24 e 48 horas, mas “não necessariamente no hospital”.

– Ele está animado e passa bem – relatou o comunicado.

Com isso, foram canceladas as duas principais agendas que o mandatário teria nesta quarta-feira: a reunião do comitê de enfrentamento à Covid-19 e o encontro entre os presidentes dos poderes. O presidente já havia relatado que, após ser submetido a um procedimento odontológico, no dia 3 de julho, estava apresentando soluços recorrentes.

– Peço desculpas. Estou há uma semana com soluço. Talvez eu não consiga me expressar aqui adequadamente durante esta live – disse o presidente, ao iniciar a transmissão ao vivo nas redes sociais, na última quinta-feira (8).

Confira, na íntegra, a nota emitida pela Secom:

“O presidente da República, Jair Bolsonaro, por orientação de sua equipe médica, deu entrada no Hospital das Forças Armadas (HFA), em Brasília, nesta quarta-feira (14/7) para a realização de exames para investigar a causa dos soluços.

Por orientação médica, o presidente ficará sob observação, no período de 24 a 48 horas, não necessariamente no hospital. Ele está animado e passa bem.”

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