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Com argumentos, Caio Coppolla “expõe” a ONU, a China e a OMS

Comentarista falou sobre o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU

Pleno.News - 23/09/2020 16h51 | atualizado em 23/09/2020 21h49

Caio Coppolla Foto: Reprodução

O deputado federal Carlos Jordy (PSL-RJ) compartilhou, em suas redes sociais, uma análise feita pelo comentarista Caio Coppola na CNN Brasil sobre a “natureza política” de órgãos multilaterais como a Organização das Nações Unidas (ONU) e a Organização Mundial de Saúde (OMS).

A análise foi feita durante o programa O Grande Debate, ao comentar o discurso do presidente Jair Bolsonaro na ONU. Coppolla começou falando sobre Israel e afirmou que o país é “recordista em resoluções, relatórios e condenações” pela ONU. Depois falou sobre a China.

– O segundo exemplo que eu trago sobre a natureza política desses órgãos multilaterais é o conluio da Organização Mundial de Saúde (OMS) com o Partido Comunista chinês. Especialmente nos estágios iniciais da pandemia, fato denunciado pelo presidente Donald Trump na ONU. A OMS foi negligente ao repassar ao mundo as informações sobre a Covid-19, minimizando os riscos de transmissão do vírus e desaconselhando a suspensão de viagens – apontou.

O comentarista seguiu falando sobre a atuação da OMS.

– Enquanto isso, os chineses omitiam dados sobre a nova doença e realizavam um severo lockdown interno na tentativa de desacelar o contágio dentro das fronteiras, mas sem restringir voos internacionais, o que na prática acelerou a disseminação do vírus no planeta. Mesmo sabendo disso tudo, a OMS chegou a elogiar a conduta da China no enfrentamento à pandemia – destacou.

Coppolla finalizou seu raciocínio afirmando que o discurso de Bolsonaro não irá convencer outros países.

– Não, o discurso do presidente não vai convencer os demais países, porque ainda que ele seja verdadeiro, a verdade é só um elemento secundário na comparação com o interesse de cada nação (…) Então acreditar nesse discurso pseudo ambientalista de destruição da Amazônia é a mesma coisa que afirmar que Israel é o vilão dos direitos humanos no mundo e que a China deve ser aplaudida por seu combate na pandemia – concluiu.

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